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Arquivo da Categoria ‘Outras paradas’

Nos bastidores do Rockgol

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Edu Elias, Marcelo Adnet e Paulo Tiefenthaler são caras novas no programa (Foto: Alexandre Loureiro)

Por Thaís Meinicke

Na FUT deste mês de julho, você confere uma matéria com tudo sobre o Rockgol 2011, a maior competição de bandas do país, promovida pela MTV. Dá para conhecer os músicos que jogam este ano, saber quem são os craques e pernas-de-pau do campeonato, e conferir uma entrevista com o jornalista Edu Elias, o apresentador responsável por dar uma cara nova ao programa.

Aqui, no site, um bate-papo com os outros encarregados de fazer do Rockgol 2011 um sucesso: Paulo Tiefenthaler (que você já deve conhecer do programa “Larica Total”), que faz as entrevistas de campo durante os jogos, e o humorista Marcelo Adnet, que narra em seu melhor estilo as partidas do campeonato.

Bate-papo com Marcelo Adnet

Os outros apresentadores do Rockgol eram muito marcantes. Como está sendo para você assumir a narração dos jogos este ano?

Como eu sou fã do Bianchi e do Bonfá, sempre acompanhei os dois, eles são a cara do Rockgol. Eu acho que não teria nada a ver tentar fazer tudo igual a eles, ou parecido, tomar eles como referência. O que a gente fez foi se sentir à vontade. É todo mundo amigo, e a gente ficou muito à vontade para fazer isso. Eu sempre quis narrar jogos de futebol, então é uma oportunidade para realizar este desejo, além de estar sendo muito legal. Estou curtindo muito, acho que vai ficar muito bom, muito engraçado. Claro, diferente do Bonfá e do Bianchi, não dá para comparar. Mas está sendo tudo novo também, no Rio de Janeiro… é uma nova fase.

Nós sabemos que você é um amante de futebol, tem até uma coluna sobre o tema em um jornal. Está sendo muito doloroso para você ver os músicos jogando? Ou tem alguns que jogam direitinho?

Além de alguns jogarem bem de verdade, eles me ajudam muito jogando mal. Eles me ajudam falhando, caindo, isolando a bola, chutando para fora, escorregando. Isso me ajuda muito, porque se fosse todo mundo jogando muito bem, iria dificultar a missão de narrar com algum humor, então, na verdade, facilita.

Nazi x NxZero (Foto: Paulo Otero)

E os apelidos, você manteve os mesmos ou inventou novos?

Na verdade, os que eu lembrava de ver como espectador do Rockgol, alguns eu acho perfeitos e mantive, outros não. Na verdade, a maioria de novos apelidos surgiu agora. É uma maneira também de identificar os jogadores em campo… Eu vejo e penso: “pô, peraí, o Chinchila Albino é o fulano…”

Tem alguém que rende mais piadas?

Tem umas figuras, tipo o Nasi. Você olha para o Nasi e dá um ímpeto, “meu deus, que demais”. Tem umas figuras que fisicamente são muito engraçadas de se ver lá de cima, na cabine. Como, por exemplo, o Max de Castro, vou confessar, ele é muito engraçado de ver. O Jimmy, do Matanza, é muito icônico, engraçado pra caramba. Ver os meninos do Restart jogando é também muito curioso. O Pe Lanza roubando bola do Toni Garrido e o Toni reclamando de falta foi um lance incrível.

Não dá para imaginar os meninos do Restart, com aquele visual todo colorido, jogando bola. Como eles estão se saindo?

O nível geral é tão razoável, eu diria, que eles estão bem. Eles estão jogando bem, acho que o Pe Lu já jogou futebol quando era adolescente, mas o Pe Lanza não joga mal, não. Mas é engraçado ver eles jogando.

Como está a interação do Rockgol com a comunidade do Morro dos Prazeres?

Eu acho que está super saudável e natural, como a gente esperava que fosse. Porque aqui é a casa deles, e é uma coisa do brasileiro, e até principalmente do brasileiro que é mais humilde, receber muito bem as pessoas, de verdade. Sempre dividem a casa com você. Então aqui é a casa deles e eles dividiram geral, abriram a porta e a gente está em casa, se sentindo em casa, mas sabendo que a casa é deles. E eles vão se dar bem também, porque o campo vai ficar aí, então está todo mundo feliz pra caramba.

Bate-papo com Paulo Tiefenthaler

Paulo Tiefenthaler, do ˜Larica Total˜ para os gramados do Rockgol (Foto: Alexandre Loureiro)

Como você chegou ao programa?

 

 

Eu caí de pára-quedas. Fui convidado e topei, porque adoro me meter em roubada. Pensei: “vamos lá sair da zona de conforto e pegar um assunto que eu não domino pra ver como vai ser.” Agora estou me sentindo mais à vontade, eu cheguei pegando pelas beiradas. Se você for ver as primeiras participações, eu estou muito mais “normal”, vamos dizer assim. Nas últimas que eu comecei a dar uma zoada maior. Como não é um programa meu, não é um troço que eu idealizei, eu ainda estou me adaptando e abrindo um espaço ali dentro para eu entrar e ter um pouco da minha cara também.

Como está sendo a experiência? Com essa nova formação, você é o lado mais humorístico do programa, né?

O Edu tem a formação, depois de trabalhar anos na ESPN Brasil, de jornalismo esportivo onde se trabalha sério com futebol, analisando o futebol profissional. Eu acompanhava algumas coisas do Rockgol, assisti algumas vezes nesses  17 anos do programa, mas futebol nunca foi o meu forte. Então pra mim está sendo uma novidade, uma experiência.

Como está interação com o Edu durante as gravações?

O Edu é uma figura mais séria, a formação dele é nada humorística, nada zoada. E a minha já é uma formação do caos, muito eclética. Fiz várias coisas na minha vida: sou jornalista, sou ator, sou editor, sou diretor, câmera, fiz teatro, trabalhei em televisão, na Manchete, na Globo, no Big Brother como editor,  trabalhei como câmera na Globo News, como ator em novela há anos atrás em papéis pequenos, fiz muito teatro no Rio de Janeiro, produzi documentário… Então eu tenho intimidade com essas coisas, mas o Rockgol ainda está sendo uma novidade. E essa experiência ao lado do Edu está sendo bem legal.

Como foi fazer as reportagens de campo na competição?

O campeonato também é uma novidade muito grande para mim, ficar no campo… Eu nunca fiz isso de ficar no campo dando uma de repórter, analisando jogo de futebol, pra mim é muito novo. Durante as partidas, tem uma dupla que fica narrando o jogo: o Adnet, que tem uma veia humorística absurda, um cara que faz piada até quando está dormindo, e o Edu, que faz os comentários. Tem também uma série de convidados dos programas de humor da MTV. Então, ali dentro da cabine, que é a maior parte da narração, já dá um certo clima, e eu no campo tenho as minhas entradas e tento acompanhar um pouco o nível de sacanagem que está rolando entre eles. A gente fica se sacaneando o tempo todo, palavrão rolando solto. Na beira do campo, num jogo profissional, por exemplo, o repórter que está em campo tem informação o tempo todo, informação extra-campo, aqui eu não tenho informação nenhuma! Como não são jogadores profissionais, você não tem informação deles, não tem nada. Eu tenho que ficar na lateral inventando coisas, invento até coisas que não estão acontecendo.

Qual músico rende mais piada durante os jogos?

Não teve um mais zoado até agora. Talvez o D2, a gente pega no pé dele porque é metido a jogar bola  e o time dele já está quase fora do campeonato, e ele fica emburrado no final, então é bom de pegar no pé. Tem umas figuras míticas, como o Cléston, do Detonautas. Ele é uma lenda. Dos quinze campeonatos, ele participou de 14 e já foi considerado o melhor atacante, o melhor goleiro, o melhor lateral… É uma figuraça, gente boa pra caramba, então ele é uma figura que as pessoas pegam muito no pé, de forma carismática até. Quando ele aparece, a gente fala “Cléeeeeston”, como se fosse um mascote do Rockgol. É uma figura que o pessoal mexe mais, e vibra.

Equipe CPM22, que também conta com os coloridos meninos do Restart (Foto: Paulo Otero)

 

 

 

Algum time é favorito no Rockgol deste ano?

O time do Nasi eu acho que está legal. O do CPM22, que tem o artilheiro da história do Rockgol, o Japinha, também está bom. Mas acho que a defesa deles não é muito boa, o ataque é melhor. O time do Nasi tem o Tico Santa Cruz, que está indo muito bem, tem também o Leo, do Tihuana. E o do Fresno também está muito bom, tem um ataque bom, com o Cannibal, do Devotos do Ódio.

E os nerds venceram!

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Por Ricardo Rojo

Um universo cheios de nerds e de sucesso (Foto: Divulgação)

Leonard e Sheldon se dedicam a decifrar como o universo funciona. E nisso até que são bem-sucedidos, já que, ainda jovens, os físicos brilhantes já têm sólidas carreiras numa universidade na Califórnia. Mas nem toda sua genialidade ou seus conhecimentos sobre games e computadores poderiam ajudar a conviver com os problemas comuns, como pegar a vizinha da frente, a loura-delícia Penny. A ideia para uma série cômica de TV estava pronta: criar situações engraçadas entre os dois e seus amigos nerds Raj Koothrappali e Howard Wolowitz. Mas quem poderia imaginar que um mergulho num mundo repleto de quadrinhos, videogames e filmes de ficção científica poderia transformar-se em moda em mais de 64 países? The Big Bang Theory, a série, que está chegando ao fim de sua quarta temporada, se tornou sucesso de público, ganhou prêmios e elevou seus personagens à categoria de ícones: as falas de Sheldon viram clássicos e algumas até são vistas em camisetas pelas ruas.
Sheldon Cooper, que dedica seu QI de 187 ao estudo da teoria das cordas, é mesmo um fenômeno: começou na faculdade aos 11 anos e doutorou-se aos 16. Sua adesão obstinada à rotina, a falta de compreensão da ironia e do sarcasmo e falta de habilidade social é a fonte da maioria das piadas da série. Criado para ser coadjuvante e co-habitante do apartamento de Leonard Hofstadter, o personagem interpretado por Jim Parsons, hoje é considerado por muitos o principal da série.
Ano passado, deu a Parsons o Emmy de Melhor Ator de Comédia. A série já assinou por mais três temporadas, ou seja, até o fim de 2017.

‘Pedal das Capivaras’ incentiva esporte e caridade em São Paulo

terça-feira, 5 de abril de 2011

“Pedal das Capivaras” doará o valor das inscrições para uma instituição de caridade

Por Redação FUT!

No domingo 10/04, às 8 horas, os paulistanos têm um bom motivo para acordar mais cedo. O dia é reservado para a primeira edição do “Pedal das Capivaras”, evento que marca o início das comemorações dos 90 anos da Shimano, líder mundial de componentes para bicicletas.

A saída para o “Pedal das Capivaras” será do supermercado Extra Itaim Bibi, Rua João Cachoeira, 899, com apoio da Polícia Militar SP. Para participar, é necessário fazer inscrição pelo site www.cab.com.br e pagar uma taxa de R$ 20,00. O total arrecadado será doado para o Lar Orfanato Nossa Senhora, instituição que forma jovens atletas no ciclismo

Destaque do Oscar: ‘O Discurso do Rei’

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

  Por Daniel Jardim 

O filme 'O Discurso do Rei' foi o grande destaque da festa do Oscar

Todos os filmes sobre a monarquia britânica têm uma aura, digamos, um tanto entediante, pesada (isso não os impede de serem grandes filmes, obviamente). Afinal, todos acabam sendo uma aula de história, não tem jeito. É aí que “O Discurso do Rei” entra para quebrar paradigmas, com sua trama discorrendo na tela de forma leve e envolvente, mesmo falando sobre um dos momentos mais conturbados da Família Real. 

Essa fuga dos padrões é obtida graças ao foco principal do filme: a gagueira do rei. Na trama, o duque de York, Albert Frederick Arthur George, é irmão mais novo do herdeiro do trono, o bon vivant Edward. Quando o rei morre, Edward assume a coroa, mas acaba abdicando em pouco tempo devido a seu estilo de vida transloucado. Logo, cabe a Albert assumir o posto de maior importância da monarquia britânica, para o qual ele acha não estar preparado – principalmente pelo fato de não conseguir pronunciar uma frase completa sem gaguejar, na presença de público.  

 

A obra de Tom Hopper venceu na categoria de melhor filme, diretor, ator e roteiro original.

 Antes mesmo de se tornar o rei George VI, este já era um problema recorrente para Albert. Sua esposa, após procurar vários especialistas, acaba encontrando o fonoaudiólogo Lionel Logue, um ator nas horas vagas, fã de Shakespeare, que utiliza métodos pouco ortodoxos com seus clientes. Então, começam a aparecer na tela as deliciosas cenas onde Colin Firth (que vive o rei) e Geoffrey Rush (o especialista) dialogam e travam duelos de personalidade, cultivando uma amizade relevante entre rei e plebeu.

   O filme ganha muito com a atuação de Firth e Rush. Cada um a sua maneira, um mais contido e sereno, o outro mais nervoso e angustiado, dá o clima de cumplicidade no ponto certo que a história precisa. O pouco conhecido Tom Hooper, diretor do filme, acertou ao explorar o quanto os personagens são diferentes um do outro. Também é um acerto os planos escolhidos pelo diretor quando o rei está cumprindo seu papel de rei: sempre na frente na tela, forçadamente austero, acompanhado de Logue e de sua esposa (a ótima Helena Bonham Carter, no seu primeiro papel “normal” em anos). No entanto, em ambientes informais (como no consultório do fonoaudiólogo, por exemplo), o monarca geralmente aparece num canto da tela, não tendo ninguém ao seu lado – o que aumenta a impressão de que ele se sente desamparado por conta de seu problema; de que, sem ajuda, não é ninguém. 

 

Colin Firth, orgulhoso pelo prêmio de melhor ator em 'O Discurso do Rei'

A “aula de História” não é deixada de lado, pois a trama se passa momentos antes da Segunda Guerra. O que diferencia este filme(e o torna tão original e envolvente) é o fato deste ambiente de guerra e conflitos políticos serem meros coadjuvantes de luxo. A personagem principal é a voz do rei, sua dificuldade em se comunicar com seu povo, na época que mais vão precisar de seus discursos pelo já popularizado rádio.

   Campeão de indicações neste Oscar 2011, “O Discurso do Rei”,  venceu nas categorias: Filme, ator, diretor e roteiro original. A verdade é que, no final das contas, a estatueta está em ótimas mãos.

 

 

NBA: Bom para Carmelo, bom para todos

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Carmelo Anthony e Amar'e Stoudemire. Uma dupla de respeito (Foto:Reuters)

 Por Lucas Rocha

  Depois de muito tempo pedindo, implorando e no fim, demandando, Carmelo Anthony conseguiu o que queria: ser trocado para os New York Knicks, cidade onde ele irá receber toda atenção que ele (acha que) merece. No fim, foi uma troca boa para as duas equipes.
Os Knicks conseguiram uma segunda estrela para ajudar Amar’e Stoudemire a tirar o time do buraco. Perderam Raymond Felton, um jogador bom que foi utilizado excepcionalmente pelo técnico Mike D’Antoni, Danilo Gallinari, um jovem jogador que vinha tendo a melhor temporada de sua carreira, Wilson Chandler, que tambem vinha tendo um ótimo ano e Timofey Mozgov, um gigante com muito potencial, além de uma escolha na primeira rodada do próximo draft (o que é de pouco valor considerado o baixo nivel de talento) e duas escolhas nas segundas rodadas dos drafts de 2013 e 2014. Preço alto, mas no fim eles conseguiram manter o rookie Landry Fields, que era o que eles mais queriam. Não é sempre que se consegue um jogador do nivel de Anthony, portanto a troca tinha que ser feita. De quebra, o time ainda conseguiu Chauncey Billups, um armador experiente e vencedor que substitui Felton à altura. O contrato de Billups termina em 2012 e ele deve se aposentar. 2012 é o mesmo ano em que Chris Paul e Deron Williams estarão livres, portanto muitos olham a vinda Billups como um aluguel de um armador até a contratação de uma das duas estrelas citadas acima. Para que a troca funcionasse financeiramente para as duas equipes, os Knicks também receberam Shelden Williams, Renaldo Balkman e Anthony Carter, todos jogadores medíocres que o time trouxe para o banco. Para completar, os Knicks ainda conseguiram se livrar de Anthony Randolph e Eddy Curry em uma troca por Corey Brewer, dos Minnesota Timberwolves. Ambos jogadores tinham salários altos e foram embora para abrir espaço para o salário de Anthony.

Carmelo Anthony em ação pelo Knicks (Crédito: EFE)

Os Cleveland Cavaliers e os Toronto Raptors usaram a tática do “esperar pra ver” ano passado quando LeBron James e Chris Bosh estavam com o contrato terminando e se deram mal (por isso ninguem está surpreso em ver ambos entre os cinco piores times da liga). Tendo observado o que aconteceu, os Nuggets agiram e conseguiram uma boa troca. Felton teve ótimos números pois jogava em um sistema que o favorecia, mas mesmo assim é um bom jogador. Felton sera reserva de Ty Lawson, que agora sem Billups, deve ser efetivado como titular na posição. O contrato de Chandler acaba no fim dessa temporada, portanto ele também não está garantido na equipe do Denver a longo prazo. Já Gallinari pode ser uma peça importante para o futuro, assim como Mozgov. Por mais que o próximo draft seja fraco em termos de talento, uma escolha à mais na primeira rodada sempre ajuda a reconstruir um time.

O terceiro time, os Timberwolves pegaram um jogador extremamente talentoso ao custo de ficarem com o altíssimo salário de Curry contando contra o teto salarial e Brewer, jogador bom mas nada de excepcional. Randolph tem muito potencial mas ainda não teve uma boa sequência de jogos em sua carreira.

No fim, todo mundo saiu ganhando: os Knicks conseguiram a estrela que eles queriam para fazer companhia para Amar’e Stoudemire, os Nuggets um bom pacote de jogadores, os Timberwolves um jovem talento e Anthony voltou para casa, onde ele sempre quis jogar.

Roland Garros abre venda mundial de ingressos pela primeira vez na história

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

As vendas começam nesta quarta-feira (23/02)

  Por Redação FUT!

Pela primeira vez a Federação Francesa de Tênis autorizou a venda de ingressos para o torneio de Roland Garros em outros países.  Agências autorizadas poderão comercializar diferentes pacotes para o torneio francês de tênis de 2011, que será realizado no estádio Roland Garros entre 17 de maio e 5 de junho.

Para o público em geral, as vendas serão intermediadas por agências credenciadas e, graças a esse novo sistema, espectadores poderão comprar bilhetes com total segurança. Os ingressos estarão à venda a partir do dia 23 de fevereiro. 

Rafael Nadal vibra com o título de Roland Garros em 2010

 Os fãs brasileiros de tênis terão a oportunidade de fazer a reserva online de assentos pelo site www.billetterie.fft.fr (ou em www.rolandgarros.com). Os sites estão disponíveis em quatro idiomas: Francês, Inglês, Espanhol e Alemão.

 Quem preferir pode entrar em contato diretamente com a agência autorizada Aristeia Sport, no telefone 33 1 40 09 86 86 ou pelo email contact@aristeiasport.com e pedir pelos pacotes e então comprar ingressos individualmente para as partidas. Os valores variam de acordo com a fase do torneio.

No Oriente Médio, o meia Camacho conta sobre a vida no coração do mundo islâmico

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

  Por Ricardo Rojo

Quando chegou a Riad, em 2004, Camacho se assustou: um atentado a bomba em frente ao Ministério Público e uma cultura diferente da brasileira o esperavam. Carne de porco e bebidas alcoólicas são proibidas na Arábia Saudita, e o feijão com arroz não faz parte da culinária. Um quadro não muito animador para um estrangeiro. Porém, o jogador (ex-Botafogo) admite que a realidade o fez mudar seus conceitos .

Riad é a capital e a cidade mais desenvolvida do país, com mais de quatro milhões de pessoas. Maior exportador de petróleo do mundo, essa condição influencia diretamente a vida no país muçulmano. Como forma de atrair estrangeiros, foram criados condomínios de casas, com grande infraestrutura.

“Onde moro tem parque, mercado, quadra de tênis, campo de futebol, escola, boliche, restaurante. É uma maneira de eles darem liberdade aos estrangeiros. Lá dentro as mulheres não precisam usar burca, vão à piscina de biquíni, podem dirigir. É uma vida parecida com a que a gente leva no Brasil”, explica.

 Da culinária local, Camacho destaca a presença da carne de carneiro.

“A nossa picanha é o carneiro deles. É uma carne mais doce, mas tem formas muito gostosas de preparo. Eles ficam ajoelhados no chão, em uma roda, comendo com as mãos. Geralmente, pego um prato, coloco um pouco de arroz e como. Mas de vez em quando, vou de mão mesmo”, afirma.

 Camacho se diz familiarizado com os costumes e lê livros sobre o Islã:

“Eles me deram livros em português. Leio para poder entender melhor o jeito como eles veem o mundo.”

Para ele, a vida tem sido bem tranquila.

“Depois da bomba, em 2004, nunca mais vi nada, nem roubo. É raro acontecerem crimes. A lei pune roubos, mas os não violentos, com severidade”, diz.

 Raio-X

 Nome completo: Marcelo Ramiro Camacho

 Nascimento: 24/03/1980

 Posição: Meio de campo

 Camisa: 8

 Clubes: CFZ, Botafogo, Al- Hilal (SAU), Al- Arabi (CAT)

 Títulos: Torneio Art pelo Al-Shabab (2009) , Copa da Federação Saudita pelo Al-Shabab (2009), Copa do Rei da Arábia Saudita pelo Al-Shabab(2008 e 2009),Copa da Federação Saudita pelo Al-Hilal(2005 e 2006), Copa do Vice-Rei da Arábia Saudita pelo Al-Hilal (2005 e 2006), Liga da Arábia Saudita pelo Al-Hilal(2005), Copa da Paz pelo Al-Hilal (2005)

Dana White, presidente do UFC, aposta que o MMA será o esporte mais popular do mundo

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

  Por Redação FUT!

Em conferência de imprensa realizada por telefone nessa última terça-feira, dia 15, Dana White, presidente do Ultimate Fighting Championship (UFC), falou sobre o significante crescimento registrado pelo evento, comprovado pelo aumento das vendas de pay-per-view e pelo sucesso nas vendas de ingressos em edições espalhadas por diversos países.

É verdadeiramente fenomenal o nosso sucesso em vender ingressos pelo mundo. Fizemos $ 11 milhões com a venda de ingressos em Toronto, para o UFC 129. Na Austrália (UFC 127, dia 27 de fevereiro), será em torno de US$ 3,5 milhões; foram US$ 4,5 milhões em Montreal, na Irlanda, US$ 1,6 milhão, e da última vez que estivemos em Vancouver fizemos US$ 4,2 milhões”, contou Dana White que comemorou a venda recorde de 55 mil ingressos para o UFC 129, marcado para o dia 30 de abril.

O evento, que será realizado pela primeira vez no estádio Rogers Centre, em Toronto, no Canadá, já é um marco na história do UFC. Os 42 mil ingressos se esgotaram em alguns minutos. Devido a enorme demanda, esse número foi posteriormente aumentado para 55 mil, que também se esgotou rapidamente.

 “Eu sempre falo do tamanho que um evento desse tipo pode ser no Canadá e de como o UFC está crescendo internacionalmente. Foi excepcional termos vendido 55 mil ingressos. Um recorde. Mas, a pergunta é: mais quantas pessoas estavam procurando por ingressos? 25 mil? De repente, 30 mil?” , indagou o presidente do UFC. 

ALFINETADA

Dana também abordou a questão dos preços abusivos cobrados pelos eventos de boxe e disse que o seu desejo é que todos os fãs do UFC possam pagar pelos ingressos.

“O boxe não vende ingressos para fãs assíduos porque, simplesmente, eles não podem pagar. Eles cobram preços ridículos, como US$ 5 mil, e todos os cassinos compram os ingressos. A realidade é que vendemos 55 mil ingressos para a o UFC 129 e todos os compradores são fãs. Nós queremos continuar nesse caminho” , defendeu.

Você concorda com Dana? Comente!

 

Bravura Indômita, dos irmãos Coen não vai ganhar o Oscar. Azar do Oscar!

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

  Por Ricardo Rojo

 Quatro tipos de pessoas vão ao cinema assistir Bravura Indômita (True Grit), o western de Joel e Ethan Coen. Primeiro, há aqueles que leram o romance de Charles Portis, de 1968, e se apaixonaram pela poderosa (e rica, e visual) história contada na voz de Mattie Ross, que nos conta como, na fronteira do século 19, uma menina de 14 anos partiu para vingar a morte de seu pai nas mãos do covarde e vagabundo Tom Chaney. Ela tem a ajuda de um xerife renegado chamado Reuben J. “Rooster” Cogburn e de seu rival, um Texas Ranger chamado LaBoeuf. Em segundo lugar, existem aqueles que são nostalgicamente apaixonados pela versão filmada em 1969, centrada na figura de Cogburn, levado à vida por um John Wayne pós-câncer, que ganhou seu Oscar no papel de um gordo, caolho e bêbado xerifão. Em terceiro, há os que leram o livro e viram o filme e se desesperaram como o tom surpreendente e seco, irônico e verdadeiro do primeiro, soa falso (muitas vezes até cômico) no desenrolar do segundo, até o seu final adocicado, que foi ótimo para Wayne, mas que amargaria a vida eterna de Portis.

 Por fim, há os ‘iniciantes’, ansiosos para ver um faroeste remodelado pelos irmãos Cohen, numa espécie de “Western Country for Old Men” (ou “No Oeste, Os Fracos Não têm Vez”). Esses podem estar animados para ver Jeff Bridges, como Rooster Cogburn, ou Matt Damon, como o ranger LaBoeuf, e Josh Brolin como o matador Tom Chaney.

 A qual dos grupos o filme vai agradar? A nova versão não é uma duplicação literal dos escritos de Portis, mas os Coen, como roteiristas, são mais fiéis à história original e trouxeram Mattie e volta ao centro da história, assim os grandes fãs do filme de 1969 (e de John Wayne) talvez se decepcionem. Até porque, sim, esse é melhor que o original.

 Ademais, uma última palavra sobre o “estilo Coen”. É um instinto quase reflexivo, que parece favorecer um estilo superficial e controlado por de confusão emocional entremeada por arroubos estranhos de violência, que não deixa espaço para sentir horror real. E embora em seu impressionante drama Um Homem Sério  os cineastas se mostram à vontade para buscar ar fresco fora de sua zona de conforto, o clima controlado dos retiros introspectivos, das camadas sobre camadas e da alta contagem de corpos, como em Onde os Fracos Não Têm Vez, parece ainda ser seu lugar favorito.

 Veja o trailer:

 

BRIDGES É MELHOR QUE WAYNE

O melhor do novo Bravura Indômita  vem dos atores, que trouxeram vida e credibilidade a personagens rudes como pedra, simples como o pó. Isso é crucial para um homem que vive um xerife amoral a chafurdar sem constrangimento em desesperança e álcool, mesmo diante de uma menina órfã. Com um Oscar debaixo do braço por suas bebedeiras e fracassos em Coração Louco, Jeff Bridges é o homem certo.

Da mesma forma, para garota que interpreta Mattie será preciso fazer frente ao “galo” (rooster) e se tornar a mulher de aço que narra a história e conduz os destinos, com seus resolutos olhos escuros e porte franco. A jovem Hailee Steinfeld é uma surpresa que preenche a tela e se mantém lá com um convincente ardor adolescente.

Quanto à LaBoeuf, bom, Matt Damon, não é de hoje, se tornou um dos atores mais agradáveis e versáteis de Hollywood e, aqui ele mostra novamente porque, brilhando mesmo como coadjuvante.

Rio recebe a Copa Brasil de Motocross Freestyle nessa sexta

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Por  Redação FUT!

 

A Praia da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, será mais uma vez o palco da Copa Brasil de Motocross Freestyle. Neste final de semana (18 a 20/2), o barulho do mar dá lugar ao ronco dos motores e as manobras radicais serão a principal atração das areias do Quebra Mar. Pela quinta vez o evento acontece no Rio e os atletas prometem muita adrenalina e surpresas para o público. Nesta sexta-feira, a partir das 10h, os pilotos participam do treino oficial.

Joaninha, tetracampeão invicto da competição, garante que virá com tudo para abocanhar o penta. Por acreditar que a cada ano a competição fica mais acirrada, o atleta que passou por uma cirurgia há três meses para corrigir uma luxação no ombro esquerdo, não irá abrir mão de executar o backflip (espécie de mortal), manobra, até hoje, realizada em competições apenas por ele.

Sei que muitos atletas estão treinando o backflip, por isso quero conseguir realizar as novas manobras que treinei. Meu objetivo é levantar o público do Rio e garantir o penta“, explicou Joaninha.

 Para buscar o penta, o matogrossense investe em manobras sem as mãos no guidão, conhecidas no estilo livre como no hands. Recentemente ele adaptou um estabilizador de guidão na moto, o que permite mais estabilidade no ar.

“Já tenho executado backblips no hands, mas ainda meio tímidos, sem muita extensão. Minha intenção é chegar à Copa Brasil “rasgando” nas manobras e quem sabe conseguir pousar sem as mãos” , planeja o piloto.

Entre os adversários de Joaninha estão Jorge Negretti, um dos precursores do esporte; o americano Derek Burlew, que já figurou entre os dez melhores do mundo; o colombiano Tatan Mejía, Natan Azevedo, que este ano se despede da competição, Cyro de Oliveira, Fred Kyrillos, Gian e Paô Bergamini, Jeff Campacci, Marcelo Simões e o jovem Pedrinho Nougalli.

Pra quem gosta, fica o video do Joaninha na mesma competição ano passado na Barra da Tijuca: